Marcelo Quirino
Psicólogo Clínico
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A autoestima para muitos diz respeito à apreciação da própria personalidade, a admirar o que se é a ao gostar de si. Para outros pode provir daquilo que se possui. Entretanto, para os pastores esse valor deve ter sentido diferente. Enquanto servo chamado e vocacionado pelo Senhor, sua autoestima deve estar atrelada em outro aspecto.
O desafio dos pastores está em aliar a mordomia cristã com a autoestima. Não importa que o eu diminua para que o Cristo cresça? Mas contrariando alguns, João quando disse isto estava municiado de autoestima. Já os anjos decaídos, ao não reconhecerem a superioridade de Cristo, estavam privados de autoestima cristã.
A autoestima é o que permite Cristo tomar o caráter do crente e aperfeiçoá-lo. Você preza tanto por si mesmo que quer o melhor para si: Cristo. Logo, esvazia-se de si mesmo para parecer-se com Cristo. É um aparente paradoxo, uma vez que autoestima não é orgulho e nem vaidade e nem admiração egoísta do ego. Na vida do pastor, a autoestima deve ter outro sentido. LEIA MAIS »
