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	<title>Isaltino Gomes Coelho Filho &#187; Apresentação do Livro</title>
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		<title>Apresentação do livro “O Pai Nosso – A oração que Jesus ensinou”</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 03:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaltino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentação do Livro]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2009, designado pelo autor como o seu ano sabático, Isaltino Gomes Coelho Filho escreveu quatro livros em cinco meses de trabalho de oito até dez horas por dia. Este seu 31º livro  e o quarto do seu período de &#8220;descanso&#8221; é sobre o Pai nosso – a oração modelo de Jesus.  É também um convite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align: center;"><a href="images/livros/pai_nosso.png" target="_blank"><img class="aligncenter" title="O Pai Nosso" src="images/livros/pai_nosso.png" border="0" alt="Clique para ampliar" width="180" height="190" /></a></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">Em 2009, designado pelo autor como o seu ano sabático, Isaltino Gomes Coelho Filho escreveu quatro livros em cinco meses de trabalho de oito até dez horas por dia. Este seu 31º livro  e o quarto do seu período de &#8220;descanso&#8221; é sobre o <strong>Pai nosso </strong>– a oração modelo de Jesus.  É também um convite às disciplinas espirituais como oração e estudo da Palavra. Ao ler e ao mergulhar nestas páginas o nosso desejo é de orar o Pai Nosso como se fosse a primeira vez e ao mesmo tempo colocar em prática os ensinamentos que cada capítulo traz. A proposta do autor não é só trazer o conteúdo teológico da oração modelo do Senhor Jesus, mas também o significado espiritual para nossa vida, hoje, neste século em que vivemos. Deus é Pai de todos nós, o Pai da Igreja. Este chamado para a comunhão com os irmãos que estão diante do Pai é muito forte neste livro.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">Ler qualquer artigo ou livro do Isaltino é ficar extasiado e boquiaberto com as sutilezas que ele destaca, é ficar indignado como ele nas colocações que faz. O autor é quase o “último dos moicanos” de uma geração que aprendeu a não ter medo de colocar o dedo na própria ferida até sangrar para cicatrizar. Alguns abandonaram esta idéia, mas ele parecendo um daqueles profetas que ele bem conhece do Velho Testamento, pois é Mestre, academicamente falando, nesta área, sai instigando nossas mentes com seus livros. Já li oito deles e o sentimento que passa em minha mente é sempre o seguinte: <em>Puxa, mas eu queria ter dito isto; Ah, eu sempre pensei assim </em>ou<em> Como não pensei assim antes?</em></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span id="more-844"></span>Lembro que quando li o seu livro <em>Ageu, nosso contemporâneo</em>, eu fiquei pensando que este era meu colega de século XX, sentado ao meu lado em um banquinho, de tão atual, claro e profundo sem deixar de ser leve.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">É uma honra receber este convite para escrever este prefácio. Logo eu? Como assim? Este autor que me honra com este convite é o Isaltino: o profeta do seu tempo, o pastor de pessoas (meu marido, Marcelo Leiroz, se converteu à fé cristã e neste processo os artigos e mensagens virtuais de Isaltino em seu site foram em parte responsáveis por isto), o amigo que valoriza e é fiel, o pai que cuida e ama sempre, e o marido que compreende, ama e valoriza a sua amada Meacir Carolina.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">Este livro como os outros que trazem sempre o estudo panorâmico dentro do contexto que foi citado, apresenta críticas textuais, com citações e notas de muitos estudiosos e pesquisadores, sem deixar que a linguagem acadêmica fique rebuscada demais e incompreensível para todos. Afinal, Isaltino também é um professor com larga experiência nas faculdades teológicas e seminários por onde passou.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">Partindo do grego e do aramaico ele começa por definir ou expor a dificuldade que alguns possuem em aceitar os dois textos do Pai Nosso, em Mateus 6.9-13 e em Lucas 11.2-4, mostrando as diferenças que trazem entre si.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">O autor nos ensina que orações repetitivas, teatrais, antropocêntricas, espalhafatosas, sem um entendimento de quem é Deus e sem o sentimento de respeito e submissão não foram ensinadas pelo Senhor Jesus. Ele nos conclama por meio do estudo desta oração modelo a sermos submissos a este Deus que é Pai, mas também é santo. Ele pergunta em um dos capítulos se temos santificado o nome de Deus na maneira como vivemos: <em>“&#8230; nome de Deus, o Eterno, o Sublime, o Incriado, o Que Tem Vida em Si Mesmo, Iahweh, é santificado no seu viver?”.</em></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">Por que ler este livro? Retirei a citação de um dos capítulos do livro:</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">“<em>O Pai Nosso tem sete petições, em sua estrutura. Três se dirigem a Deus e vêm em primeiro lugar. Quatro dizem respeito a nós e nossas necessidades, e vem depois. Isto está em consonância com o que ele declarou: “Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33). Primeiro Deus, e depois nós. É uma oração descendente. Começa com Deus e termina conosco. Se aceitarmos a doxologia (“Pois teus são o reino, o poder e a glória para sempre. Amém”) podemos dizer que começa e termina com Deus”.</em></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">Deixo ao final um testemunho especial do meu marido, Marcelo Leiroz Pinto:</p>
<p style="margin-left: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">“<em>Gosto de dizer que o pastor Isaltino é um integrante do *dream team* dos batistas brasileiros (*dream team* ou “time dos sonhos”, era a equipe do basquete americano campeão das Olimpíadas de Barcelona, em 1992, recheado de jogadores craques da federação, a NBA). Por que penso assim? É só conhecê-lo e ver a sua grande capacidade como escritor, professor e pastor em contribuir para o desenvolvimento intelectual do cristão. E para isso ele se prepara. Lê muito. Cerca de oitenta livros por ano. Uma pessoa com tal recorde tem muito a nos ensinar. É um erudito. Mas é uma erudição baseada na figura de nosso Senhor Jesus, ou seja, de simplicidade e objetividade.</em></p>
<p style="margin-left: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<p style="margin-left: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><em>Hoje sou um leitor voraz incentivado pela erudição do pastor Isaltino (acho que ele nem sabia disso&#8230;). Minha voracidade não é igual à soma de oitenta livros dele, mas é uma forma aprazível de sempre ter um bom tema para aprender.</em></p>
<p style="margin-left: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<p style="margin-left: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><em>Pela minha esposa Westh Ney, que tem um bom discernimento para boas pessoas, soube de suas produções literárias, li seus textos e ouvi sua pregação e se acendeu uma luz na minha mente. Uma luz que iluminou um caminho, o caminho do valor e do gostar do conhecimento. Tantas pessoas se inspiram em valores tão fúteis, para não dizer errados. E temos entre nós, cristãos, tão poucos como modelos para aperfeiçoar nosso intelecto. Pastor Isaltino é um achado. Sua história de conversão é muito interessante.</em></p>
<p style="margin-left: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<p style="margin-left: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><em>Uma forte característica de uma pessoa é quando ela passa e confirma uma grande confiança para você. Sei que ele sempre terá uma opinião abalizada sobre qualquer assunto, sem receio também de dizer que não sabe.”</em></p>
<p style="margin-left: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">Que este livro possa ser uma bênção na sua vida e possa despertar cada pessoa para as sutilezas e desafios desta oração: Pai nosso que estás nos céus&#8230;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Westh Ney Rodrigues Luz</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Profa. do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">
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		<title>Apresentação do livro “Excelência no ministério pastoral”, do Pr. Vanderlei Marins</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 03:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaltino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentação do Livro]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentar um livro do Pr. Vanderlei Marins é ponto no currículo. Quem o conhece, respeita-o e sabe de sua integridade ministerial. Tempos atrás, pediram-me os nomes dois obreiros que, eu entendia, melhor personificavam o ministério pastoral. Citei dois, João Falcão Sobrinho, com quem me converti, com quem me decidi para o ministério e que moldou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Apresentar um livro do Pr. Vanderlei Marins é ponto no currículo. Quem o conhece, respeita-o e sabe de sua integridade ministerial.  Tempos atrás, pediram-me os nomes dois obreiros que, eu entendia, melhor personificavam o ministério pastoral. Citei dois, João Falcão Sobrinho, com quem me converti, com quem me decidi para o ministério e que moldou minha vida cristã, e Vanderlei Marins, com quem convivi esparsamente, mas o suficiente para me impressionar com seu caráter.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">A impressão se robustece a cada contato e mais ainda na leitura dos originais de <em>Excelência no Ministério Pastoral. </em> Sobretudo porque o autor cumpriu o que prometeu, comunicar mais que conceitos e “compartilhar convicções”. Isto tem faltado ao ministério: convicções. Há conveniências de sobra. Gente sem rumo, sem projeto, desejando apenas notoriedade e, para tal fim, comprometendo a dignidade do ministério pastoral. No capítulo “Atuação do pastor”, Vanderlei já põe as cartas na mesa. Pelo dedo se conhece o gigante, pelas linhas iniciais se conhece um bom livro. Como é bom ler alguém dizer que o pastor precisa entender que a igreja está acima dele! Há pastores que usam a igreja, que contornam sua autoridade, que não a amam, mas apenas a seus ministérios. A igreja está acima de nós. Ela é de Cristo e o pastor não é seu dono, mas apenas toma conta dela para o Dono.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span id="more-841"></span>Foi bom ser lembrado que o pastor transita entre o cortejo e a solidão. Lembrei-me de um email que recebi certa vez: “Pastor, às vezes você chora e ninguém vê suas lágrimas; você ri, mas ninguém vê seu sorriso; mas, cometa uma falha&#8230;”. É verdade. Do cortejo ao abandono, da popularidade ao tornar-se alvo de comentários mesquinhos. Por vezes, de colegas.  A solidão do ministro do evangelho é profundamente dolorida. Só quem a experimentou sabe o quanto dói&#8230; Somos, como diz o autor, “alvos da incompreensão humana e da assistência divina”. É bom recordar-nos isto, caro amigo.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">O tópico sobre “Pregação contextualizada” merece atenção especial. O púlpito é ferramenta de instrução e de edificação, e não pode ser banalizado ou desperdiçado. Alguém, com um pouco de maldade, definiu o pastor como “Um homem invisível durante a semana e irrelevante aos domingos”. Se o púlpito é levado a sério, o pastor não é irrelevante. E se o pastor, como alerta o Pr. Vanderlei, cuida de pessoas, como Jesus fazia, não será invisível durante a semana.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">“Caminhos de crescimento” é um capítulo para ser bem pensado. O pastor nunca é um projeto terminado. Usando uma palavra da qual Darci Ribeiro gostava, está sempre em “fazimento”. Sempre deve aprender. Lembrei-me de Paulo, em sua segunda carta a Timóteo, pedindo que este lhe trouxesse “os livros, principalmente os pergaminhos” (2Tm 4.13). Os estudiosos dizem que “livros” era um termo geral, e “pergaminhos”, os escritos sagrados. O Pr. Vanderlei comenta que esta carta “é uma espécie de adeus do apóstolo”, no que está muito certo. No seu adeus, Paulo ainda quer estudar.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">O estudo não pode ser diletantismo nem transformar o pastor num livre pensador. Como diz o autor, “precisamos, sim, é de fiéis teólogos, que façam conclusões bíblicas e não simulem aplicações que sejam apenas para forjar na mente do povo seus interesses”. O estudo é para que o homem de Deus seja aprovado, não tenha do que se envergonhar. Que seja um homem da Revelação, que interprete as correntes de pensamentos seculares pela Bíblia, e não o contrário. Um dia desses, um obreiro tentava dar uma visão socialista das Escrituras. Perguntei qual era a diferença dele para os teólogos alemães que deram uma visão ariana das Escrituras e criaram o “cristianismo alemão”. Ele estava sancionando o “cristianismo cubano ou coreano”, qualquer um desses regimes falidos. Não havia diferença hermenêutica. A diferença é que o nazismo era um defunto já sepultado, e o socialismo é um defunto que se recusa a morrer. Ou se recusam a sepultá-lo. Nos dois casos, faltou o que diz o colega: subordinar tudo à Revelação, que nunca será sepultada.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Poderia dizer mais, mas o livro é dele, e não meu. Por isso, encerro com sua lembrança de que “A Teologia tem de nos despertar para um relacionamento pessoal e verdadeiro com Deus”. Estudos teológicos que enfermam são, no mínimo, estranhos. Porque Teologia não é falar de Deus, apenas, mas falar com Deus, também. A primeira vez que alguém falou de Deus na terceira pessoa foi no Éden. Foi a serpente. Não deu boa coisa. A serpente continua a fazer teologia, em nosso tempo. Que se fuja desta teóloga.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Em suma: um livro bom, inspirador, e que fazia falta. Pelo conteúdo e pelo autor. O Pr. Vanderlei Batista Marins nos devia esta obra.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Isaltino Gomes Coelho Filho</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Leitor crítico, com capacidade de discernir o que é bom e o que é ruim.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">
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		<title>Apresentação de “Família – Vale a pena acreditar”</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 03:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaltino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez em sua história, a civilização ocidental encara o desafio de ter que definir o significado dos termos “casamento” e “família”. O que até recentemente era considerado uma família “normal”, constituída de um pai, uma mãe, e um determinado número de filhos, tem sido visto, nos últimos anos, como mais uma dentre tantas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: center;" align="justify"><a href="images/livros/familia.png" target="_blank"><img class="aligncenter" title="Família, vale a pena acreditar" src="images/livros/familia.png" border="0" alt="Clique para ampliar" width="100" height="145" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"><span style="font-size: small;"> Pela primeira vez em sua história, a civilização ocidental encara o desafio de ter que definir o significado dos termos “casamento” e “família”. O que até recentemente era considerado uma família “normal”, constituída de um pai, uma mãe, e um determinado número de filhos, tem sido visto, nos últimos anos, como mais uma dentre tantas opções, que não pode mais alegar ser a única forma, muito menos a forma superior, de se ordenar os relacionamentos humanos.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"><span style="font-size: small;"> A visão judaico-cristã do casamento e da família, com suas raízes fincadas na Escritura Sagrada, tem sido ampla e significantemente trocada por valores que superestimam os direitos humanos, a auto-realização e o utilitarismo pragmático, em detrimento da verdade e do amor ao próximo, tanto em nível individual, quanto social. O resultado é que o casamento e a família estão sitiados, vivendo sob o ataque de toda sorte de forças. E com o casamento e a família, a própria civilização ocidental está ameaçada, fadada à ruína.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"><span style="font-size: small;"> <span id="more-838"></span>O filósofo e educador paulistano Dante Donatelli, em seu livro </span><span style="font-size: small;"><em>Quem Me Educa? A Família e a Escola diante da (In)Disciplina</em></span><span style="font-size: small;">, sabiamente discerniu os nossos tempos. Ele disse que “a moral cristã não cabe mais em nosso mundo capitalista burguês de consumo em massa, no qual tudo está à venda; por outro lado, nada pôde substituí-la”. Que triste verdade!</span></p>
<p style="text-indent: 1cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"><span style="font-size: small;">É neste contexto que Isaltino Gomes Coelho Filho se propõe a discutir a família, apontando o caminho bíblico seguro para o qual a sociedade contemporânea precisa urgentemente retornar. O resultado é esta obra lúcida que o leitor tem em mãos.</span></p>
<p style="text-indent: 1cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"><span style="font-size: small;">O Pr. Isaltino escreve fácil. É gostoso de ler. Seus livros, além de serem repletos de teologia bíblica, destilam vasto conhecimento cultural e sóbrio discernimento das coisas. A presente obra não foge à regra. </span><span style="font-size: small;"><em>Família &#8211; vale a pena acreditar</em></span><span style="font-size: small;">, é um verdadeiro tratado de teologia prática, escrito por um pastor apaixonado pelo ofício recebido de seu Senhor e pai de família admirado por sua tão simpática esposa e filhos.</span></p>
<p style="text-indent: 1cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"><span style="font-size: small;">Se me permitem dizer, essa admiração por parte de esposa e filhos, eu mesmo fui testemunha, durante os quase seis anos em que convivemos na cidade de Campinas, onde Isaltino pastoreou, por nove anos, a Igreja Batista do Cambuí.</span></p>
<p style="text-indent: 1cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"><span style="font-size: small;">Várias vezes saímos para comer macarrão ao molho de bacalhau e pude desfrutar de tão saudável e agradável convívio familiar. Muitas vezes vi Isaltino com os olhos marejados de lágrimas, falando de seu amor pela família e o ministério pastoral, ou compartilhando dos </span><span style="font-size: small;"><em>insights</em></span><span style="font-size: small;"> que ele tivera, estudando um texto da Bíblia. Não digo isto para enaltecer a pessoa do autor. Ele não precisa disto, mas para dizer que este livro é fruto de quem, não só acredita na família, mas que também, e acima de tudo, fala com propriedade e sólida base bíblica. Isaltino vive o que escreve e escreve o que vive.</span></p>
<p style="text-indent: 1cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"><span style="font-size: small;">Obrigado meu amigo. Obrigado pelo belo trabalho. Obrigado pela honra de prefaciar o seu vigésimo sétimo livro (Parabéns!). Obrigado por enriquecer a minha vida com sua amizade e tão belo exemplo familiar. “Cabra bom! Eu queria ter um pai assim.”.</span></p>
<p style="text-indent: 1cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"><span style="font-size: small;">Boa leitura, amigo leitor!</span></p>
<p style="text-indent: 1cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify">
<p style="text-indent: 1cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: small;">Pr. Leandro B. Peixoto</span></p>
<p style="text-indent: 1cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: small;">Igreja Batista Central</span></p>
<p style="text-indent: 1cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: small;">Campinas/SP</span></p>
<p style="text-indent: 1cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: small;">Janeiro de 2009</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
]]></content:encoded>
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