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	<title>Isaltino Gomes Coelho Filho &#187; Pastorais</title>
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		<title>NEM MONGE NEM EXECUTIVO</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:15:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaltino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 5.2.12 É moda entre os evangélicos citar monges como modelo de espiritualidade. Apesar de permanecerem idólatras, são mostrados como exemplos para nós. Por exemplo, Philip Yancey, que exibe grande ressentimento contra tradicionais, é mestre em exaltar monges. Nesta esteira veio o [...]]]></description>
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										</div><p align="CENTER"><span style="line-height: 19px; font-size: small;">Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho</span></p>
<p align="CENTER"><span style="line-height: 19px; font-size: small;">Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 5.2.12</span></p>
<p align="CENTER"><span style="font-size: small;">É moda entre os evangélicos citar monges como modelo de espiritualidade. Apesar de permanecerem idólatras, são mostrados como exemplos para nós. Por exemplo, Philip Yancey, que exibe grande ressentimento contra tradicionais, é mestre em exaltar monges. Nesta esteira veio o livro </span><span style="font-size: small;"><em>O monge e o executivo</em></span><span style="font-size: small;">, de James Hunter, tido como uma “bíblia” de liderança.</span></p>
<p> <span id="more-2273"></span></p>
<p><span style="font-size: small;"> Quando vi o livro de Paul Freston, </span><span style="font-size: small;"><em>Nem monge nem executivo, </em></span><span style="font-size: small;">gostei e adquiri. Pelo título e por Freston, que combina espiritualidade e brilho intelectual. Li de uma assentada. É um livro de meditações nos evangelhos. Analisando personagens que se relacionaram com Jesus, começando por Maria, Freston mostra como suas vidas foram radicalmente modificadas. Ao invés de olhar para homens como modelos de espiritualidade, ele acena com o modelo de vida de Jesus. Não trata de liderança, mas como Jesus é um modelo de espiritualidade invertida, uma espiritualidade serviçal. Freston não combate o livro de Hunter. Nem eu. Li </span><span style="font-size: small;"><em>O monge e o executivo,</em></span><span style="font-size: small;"> aprendi com ele, e vejo valor nele. Mas Jesus é realmente fantástico. Um homem absolutamente despreocupado consigo mesmo, sem qualquer desejo de dominar. Na realidade, um antilíder, pois sua preocupação maior era de ser servo. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"> Jesus é o maior líder, o maior vulto da história. Escolheu doze homens sem relevância social, numa região atrasada, subdesenvolvida, e trabalhou com eles por curtos três anos. Foi traído por um deles e abandonado pelos demais. Foi morto com requintes de crueldade, sob intensa zombaria. Não deixou uma linha escrita. Mas mais livros se escreveram sobre ele que sobre qualquer outro personagem. Mais músicas se compuseram sobre ele que sobre qualquer tema. Sua maior viagem não ultrapassou 300 km. Mas marcou o mundo. Fundou um movimento que chamou de “minha igreja”, e que tem atravessado os milênios, duramente perseguida. Até mesmo por gente que diz segui-lo. Há gente na igreja que serve ao inimigo: odeia-a. Muitas vezes seus seguidores o desonraram e fizeram coisas erradas em seu nome. E ele continua como o maior homem que já existiu.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"> Ninguém recuperou mais vidas que ele. Ninguém reconstruiu mais lares que ele. Ninguém encheu os homens de esperança e vigor para uma vida correta mais que ele. Gosto de Beethoven, mas não morreria por ele. Gosto de Machado de Assis, mas não sofreria por ele. Não apenas eu como milhões de pessoas morreriam por Jesus, vendo isto como privilégio.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"> Jesus é o modelo. Um líder que não aprendeu com monges. Era menos executivo e mais </span><span style="font-size: small;"><em>office boy: </em></span><span style="font-size: small;">sua preocupação era fazer a vontade do Pai. Nunca usou as pessoas como trampolim para seu ego, mas deu a vida por elas. Ninguém chega aos seus pés.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"> Sim, nem monge nem executivo. Jesus. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>NADEZ EM ALTO ESTILO</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 09:34:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaltino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Isaltino Gomes Coelho Filho               Não é nudez. É nadez mesmo. É um conceito da filósofa Gertrude Stein. Ela criou o neologismo referindo-se ao vazio interior das pessoas, que lhes dá uma vida incolor. Elas necessitam de motivações, mas não querem causas que exijam engajamento. Também não querem estudar, e receiam coisas profundas. São superficiais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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										</div><p align="center">
<p align="center">Isaltino Gomes Coelho Filho</p>
<p align="center">
<p>              Não é nudez. É nadez mesmo. É um conceito da filósofa Gertrude Stein. Ela criou o neologismo referindo-se ao vazio interior das pessoas, que lhes dá uma vida incolor. Elas necessitam de motivações, mas não querem causas que exijam engajamento. Também não querem estudar, e receiam coisas profundas. São superficiais e vegetativas. Alimentam-se do vazio e do nada. Isto é a nadez.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quer ver exemplos de nadez? Selecionei, em três sites, notícias publicadas no dia 7 de janeiro. FOLHA.COM: (1) Fernanda Paes Leme curtiu o mar neste sábado; (2) DiCaprio apresentou nova namorada à mãe; (3) Marco Rizza se aborrece e levanta dedo para paparazzo. IG: (1) Famosos levam seus bebês ao teatro no Rio; (2) Cláudia Jimenez e Miguel Falabella jantam juntos no Rio de Janeiro; (3) Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert curtem peça. UOL: (1) Paula Abdul termina relacionamento com Braston; (2) Top Ana Beatriz Barros vai à praia com namorado; (3) Filme fez Scarlett Johansson parar de comer carne. Tirando-se DiCaprio, que conheço pelo filme “Titanic”, se trombasse com os demais na rua não saberia quem são. Vez por outra encontro alguns desses famosos em vôos ou aeroportos. São-me tão conhecidos como eu para eles. Um cantor chamou-me de alienado porque eu não sabia quem ele era.</p>
<p><span id="more-2238"></span></p>
<p>São notícias típicas da cultura nadez. Dão às pessoas a sensação de estarem informadas, de estarem por dentro dos bastidores. Sabem coisas. Banais e inúteis, mas sabem. Ajunte-se a isto o prazer que bisbilhotar a vida alheia dá e eis a realização da pessoa da cultura nadez. Ela se sente ocupada e tem uma sensação de cultura. Seu vazio intelectual, emocional e espiritual é preenchido com o nada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Parece-me, sem querer ser maldoso, que estão surgindo uma cultura e uma geração medíocres. Fui pré-adolescente e adolescente nos anos sessentas. Aquela geração foi às ruas protestar. A geração de hoje vai aos shoppings consumir. Aquela queria transformar o mundo. A atual quer o melhor do mundo. O ideal cedeu espaço para o desfrute. Falta de grandeza. Mas meu grande receio é que a nadez esteja migrando para as igrejas. As pessoas querem agito, mas não reflexão. Querem sensações, mas não estudo. Nada de “pesado” deve ser pregado. Sermão expositivo? Nada disso! Que tal algumas historinhas? A mensagem e o culto devem ser  “light”, como as notícias dos sites. O estudo bíblico cede lugar ao “compartilhamento”, um momento em que cada um conta uma história em que, geralmente, é o herói. Fui a uma reunião de estudo bíblico na qual as pessoas estavam sem Bíblia. Disseram-me, candidamente, que seu costume era o de compartilhar sua semana uns com os outros. É uma boa prática, mas não deveria receber o nome de “estudo bíblico”. O livro texto não era a Bíblia, mas as pessoas. Não se estudava a Bíblia. Papeava-se. Em muitos cultos nadez, as pessoas ouvem alguma coisa sobre Deus e cantam alguma coisa sobre ele. Mas nada “denso” (como alguém me  recomendou para pregar), nada comprometedor. Tudo suave. Tudo nadez. Alguns de nossos cânticos são nadez pura. O próprio enfoque da vida cristã não é mais o de ideal, mas o de desfrute: como ser abençoado, como conseguir o melhor na vida material, seguindo alguns bons conselhos espirituais. A vida cristã passou a significar uma vida tranqüila, cheia de coisas, e não o investimento da vida e dos bens no reino, num compromisso com o evangelho e com a igreja de Jesus. Nadez espiritual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nadez cultural já é lastimável. Mas nadez espiritual é pior. Ilude a pessoa. Leva-a a sentir-se realizada com migalhas que caem da mesa, e não com o pão farto. Leitor, você está na fase da nadez ou do tudez? Não tenho a envergadura de uma Gertrude Stein, mas deixe-me criar um neologismo. O tudez vem do esquecido hino “Tudo, ó Cristo, a ti entrego, tudo, sim, por ti darei”. Tudez dá realização. Nadez é engodo. Opte pelo tudez.</p>
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		<title>SINALIZAÇAO DEFEITUOSA, QUE PERIGO!</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 13:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaltino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 22.1.12 Do Cabralzinho, onde moro, para o centro, onde fica a igreja, a rota é a Av. Padre Júlio. Vinha eu por ela, domingo passado, com Meacir. Passamos a Lagoa dos Índios (agora seca, pois o Amazonas está baixo), pela Toca [...]]]></description>
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										</div><p align="CENTER">Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho</p>
<p align="CENTER">
<p align="CENTER">Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 22.1.12</p>
<p align="CENTER">
<p>Do Cabralzinho, onde moro, para o centro, onde fica a igreja, a rota é a Av. Padre Júlio. Vinha eu por ela, domingo passado, com Meacir. Passamos a Lagoa dos Índios (agora seca, pois o Amazonas está baixo), pela Toca da Onça, e estávamos entrando no Chapéu de Palha. A próxima travessa era a Rua Paraná. Semáforo aberto para mim. Olhei o medidor de tempo (Que chique! Macapá tem semáforo com medição de tempo!). Dispunha de catorze segundos para percorrer cinqüenta metros. Tranqüilo. O semáforo decrescia: 13, 12,11, e, de repente, 0! De 11 para 0! Estava com defeito.</p>
<p><span id="more-2227"></span></p>
<p>Passei assustado. Um acidente poderia ter acontecido por causa de sinalização defeituosa. Aliás, é a terceira vez que aquele semáforo faz isso. Por isso passo por ali meio precavido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sinalização defeituosa na vida espiritual é pior ainda. Não são apenas conseqüências físicas, mas morais e espirituais. Falsos profetas arruinaram Judá, que ouvia as mensagens de Jeremias e o odiou porque não profetizava coisas boas como eles. Falsos apóstolos foram uma pedra de tropeço no ministério de Paulo, distorcendo sua obra, difamando sua pessoa, e pior: pregando um falso evangelho. O semáforo defeituoso da Pr. Júlio sucede por causa das chuvas, me disseram. Os semáforos defeituosos dos falsos profetas sucedem porque há pessoas que ignoram ou distorcem a verdade, e porque há pessoas com comichão nos ouvidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As pessoas seguem um semáforo espiritual errado. Querem viver em seus pecados e serem abençoadas mesmo assim. Querem um Deus paizão que faça vistas grossas ao seu estilo de vida. Um Deus papai Noel, bonachão, entregador de bênçãos. A verdadeira sinalização espiritual foi feita pelo Batista: “Arrependei-vos&#8230;” (Mt 3.2). Foi repetida por Jesus: “Arrependei-vos&#8230;” (Mt 4.17). Foi assumida pela igreja nascente: “Arrependei-vos&#8230;” (At 2.38). Ela pede acerto de vida com Deus. A sinalização espiritual vem da Palavra de Deus. Sinalização espiritual que ignore isto é como o semáforo da Pe. Júlio: leva a risco muito sério.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Novo Testamento, revelação surgida do advento de Jesus, nos dá uma orientação bem clara sobre como viver nesta vida e como nos prepararmos para a vida futura. Mas há gente que está com a sinalização incompleta, guiando-se pelo Antigo Testamento, em passagens escolhidas (geralmente sobre pessoas que foram abençoadas). A nova revelação trazida por Jesus é a bússola segura, que a revelação antiga apenas esboçou e para a qual apontou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao dirigir pela Pe. Júlio, tome cuidado ao se aproximar da Rua Paraná. O semáforo não merece confiança. E andando por esta vida, tome mais cuidado: a sinalização fora de Jesus Cristo é mais que incerta. É uma tremenda roubada&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O ÚLTIMO SÁBADO E O PRIMEIRO DOMINGO DE LUCAS</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 11:22:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaltino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 15.1.12 &#160; Neste semestre estou a ler a Bíblia, novamente, na Linguagem de Hoje. Nestes dias concluí Lucas. Notei como ele mostra Jesus em conflito com a liderança judaica e com os grandes temas do judaísmo. Ele se atrita com os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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										</div><p align="center">Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho</p>
<p align="center">
<p align="center">Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 15.1.12</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste semestre estou a ler a Bíblia, novamente, na Linguagem de Hoje. Nestes dias concluí Lucas. Notei como ele mostra Jesus em conflito com a liderança judaica e com os grandes temas do judaísmo. Ele se atrita com os fariseus e exibe absoluto desinteresse pela guarda do sábado. Mais de uma vez Lucas o mostra transgredindo o sábado, bezerro de ouro do judaísmo e de seitas cristãs.  O templo, o sábado e as festas judaicas não o atraíam.</p>
<p>A última menção de Lucas ao sábado é em 23.56: “E no sábado elas descansaram, conforme a Lei manda”. No versículo seguinte, surge outro dia: “No domingo bem cedo&#8230;” (24.1). É quando o mundo vai mudar. Jesus ressuscitou. E segue: “Naquele mesmo dia&#8230;” (24.13). E outra aparição dominical de Jesus (“Enquanto estavam contando isso, Jesus apareceu&#8230;”- 24.36). O último sábado de Lucas é um dia de tristeza. O domingo é o dia de alegria. Desde então, o domingo é o dia do Senhor, guardado pela igreja. Ela se reunia neste dia para celebrar a ceia (At 20.7) e separava as ofertas (1Co 16.2). “O Didaqué”, obra cristã datada do primeiro século, espécie de catecismo da igreja primitiva, exorta os cristãos a se reunirem no domingo (Didaqué 14.1). Não é verdade que Constantino mudou o dia de culto e forçou as igrejas a aceitá-lo. Tal afirmação é ignorância histórica e má fé. Ao adotar o cristianismo, Constantino oficializou na esfera civil o que os cristãos haviam feito na esfera religiosa. O domingo é marca cristã.<span id="more-2219"></span></p>
<p>A guarda do domingo não sucedeu por causa de Constantino. Na epístola aos Magnesianos (datada do ano 107), Inácio de Antioquia declarou, em 9.1: “Assim os que andavam na velha ordem das coisas chegaram à novidade da esperança, não mais observando o sábado, mas vivendo segundo o dia do Senhor”. Os adventistas fazem grande alarido pelo sábado, devido ao ensino da Sra. White. Segundo um ex-adventista, a assembléia da Igreja Adventista do Sétimo Dia, em Dallas, Texas, EUA (em 1980), declarou-a como “inspirada no mesmo sentido em que o são os profetas da Bíblia” e que, “como mensageira do Senhor, seus escritos são uma continuação e fonte autorizada de verdade&#8230;”. Eles seguem sua papisa.</p>
<p>O domingo é o dia do Senhor. Não é dia de churrascos, de idas a pesqueiros, sítios e banhos. É  dia para ser dedicado à adoração comunitária, ao congraçamento com os irmãos. Não é para gastar em deleites, mas para uso na obra de Deus. Voltaire, pensador francês, combatedor do cristianismo, disse: ”Para destruir o cristianismo é preciso destruir primeiramente o domingo”. Algumas seitas combatem o domingo, mas alguns cristãos destroem-no com sua conduta no domingo.</p>
<p>O domingo não é seu, meu irmão. É o dia do Senhor. Use-o para o Senhor. Congregue-se, sirva, regozije-se com os irmãos. Não o profane.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>ME INCLUA FORA DESSA, CARA PÁLIDA!</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 18:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaltino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 8 de janeiro de 2012 &#160; Um colunista escreveu um artigo intitulado “A cracolândia somos nós” (Folha, 6.1.12), focando os viciados em crack, em S. Paulo. Não declarou que somos culpados pela existência deles, e sim que eles são responsabilidade de [...]]]></description>
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										</div><p align="CENTER">
<p align="CENTER"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho</span></span></p>
<p align="CENTER">
<p align="CENTER"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 8 de janeiro de 2012</span></span></p>
<p align="CENTER">
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri, serif;"> Um colunista escreveu um artigo intitulado “A cracolândia somos nós” (</span><span style="font-family: Calibri, serif;"><em>Folha, </em></span><span style="font-family: Calibri, serif;">6.1.12), focando os viciados em </span><span style="font-family: Calibri, serif;"><em>crack</em></span><span style="font-family: Calibri, serif;">, em S. Paulo. Não declarou que somos culpados pela existência deles, e sim que eles são responsabilidade de todos. Mas o título é pouco lúcido. Um chamariz, mas infeliz. Eu não sou a cracolândia.</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri, serif;"> Por ser pastor, chamar-me-ão de reacionário, direitista (até porque não recito chavões esquerdistas que eu adorava quando adolescente). Mas alguns comentários de leitores, mesmo atribuindo ao jornalista o que ele não disse, são úteis. Um deles, Calango Doido (pitoresco!), disse: “</span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Cracolândia somos nós uma pinóia. Inclua-me fora desta. Nunca colaborei com o tráfico e meus filhos foram muito bem criados para que eu também leve esta alcunha. Se você se sente culpado em algo, então diga que a Cracolândia é você, eu não tenho nada a ver com aquela tranqueira”. Outro escreveu: “Eu pago 40% do PIB em impostos para ter saúde, educação, segurança e NÃO TENHO NADA DISSO. Agora segundo o pensamento do Sr. ******, sempre temos responsabilidade em todas as mazelas espalhadas por ai . Outro dia veio dizer que motoboy psicopata é CULPA de todos”. Um terceiro disse: “Esse papo de novo que todo cidadão é culpado pelas mazelas da sociedade já é demais. Drogados não foram obrigados a entrar nessa vida. Se existem culpados nessa história, é certamente o poder público que deixou a situação chegar nessa proporção, e os próprios viciados que alimentam o tráfico”. Não sou o único reacionário deste país. Ou o único a não ceder ao sociologismo bocó&#8230;<span id="more-2214"></span> </span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, serif;"> A Bíblia diz que somos responsáveis por nossas opções. “Escolhei hoje&#8230;” (Js 24.15). Somos chamados a tomar decisões e administrar nossa vida. Você é responsável pelo que faz. Hoje ninguém assume culpa de nada. Culpam os pais, a sociedade, os políticos (e quem os elege, não tem culpa?). Ninguém diz: “Errei!”. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, serif;"> A graça de Deus nos capacita a acertar na vida. Paulo não se via digno de ser apóstolo, “mas pela graça de Deus sou o que sou” (1Co 15.9-10). Se você acertar, tem mérito, mas deve reconhecer que a bondade e a graça de Deus lhe ajudaram. Se der errado, o culpado não são seus pais nem a sociedade, ente fictício que é todo mundo e não é ninguém. É você. Você faz a sua vida. Pare com o “tadinho de mim!”. O coitadismo é uma desgraça!</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, serif;"> Inclua-me fora dessa, cara pálida! Estou a 4.000 km da cracolândia paulista. Basta-me a daqui. Viciados merecem compaixão e ajuda. No entanto, não cedo ao politicamente correto: são pessoas que fizeram opões erradas em sua vida, cuidaram-na mal, e cederam ao pecado. Merecem compaixão. E são uma advertência: quem faz escolhas erradas deve arcar com as conseqüências. Por isso, cuide bem de sua vida. </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p lang="en-US" align="LEFT">
<p lang="pt-BR" align="LEFT">
<p lang="en-US" align="LEFT">
]]></content:encoded>
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		<title>Um Hipopótamo Incomoda Muita Gente. Dois Hipopótamos Incomodam Muito Mais</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 19:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rev. Jáder Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Rev. Jáder Borges (autorizado) &#160; Estava lá a notícia: “Governo da Colômbia não sabe o que fazer com os Hipopótamos!” Confesso que li a frase novamente. Hipopótamos e Colômbia, o que isso tinha a ver? Seria a mesma coisa de eu estar lendo: “Governo da Mongólia não sabe o que fazer com os tamborins enviados [...]]]></description>
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										</div><p>Rev. Jáder Borges (autorizado)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.isaltino.com.br/wp-content/uploads/2012/01/hipo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2210" title="hipo" src="http://www.isaltino.com.br/wp-content/uploads/2012/01/hipo.jpg" alt="" width="228" height="129" /></a></p>
<p>Estava lá a notícia: “Governo da Colômbia não sabe o que fazer com os Hipopótamos!” Confesso que li a frase novamente. Hipopótamos e Colômbia, o que isso tinha a ver? Seria a mesma coisa de eu estar lendo: “Governo da Mongólia não sabe o que fazer com os tamborins enviados pelo Brasil para o Carnaval local”. Mas continuei lendo, afinal, o que hipopótamos foram fazer na Colômbia? Pelos meus conhecimentos zoológicos, eles ‘não nascem’ lá, mas no continente africano. Nem sei se em outras partes do mundo tem hipopótamos soltos na natureza. Só na África… e na Colômbia, agora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O negócio foi o seguinte: o traficante Pablo Escobar, morto pela polícia há anos, traficou também hipopótamos para as suas fazendas porque queria um zoológico particular. Quatro desses bichos fáceis de serem escondidos debaixo da blusa entraram ilegalmente naquele país. E não é que gostaram da Colômbia?!  Pablo Escobar morreu, seus negócios foram desbaratados, muitas de suas terras viraram ‘terra de ninguém’… e os hipopótamos? Bem, eles ficaram por lá. E como eu disse, eles gostaram da Colômbia. Clima agradabilíssimo (na opinião dos hipopótamos), natureza selvagem, floresta tropical… e dos quatro que vieram, hoje eles são mais de trinta, vivendo soltos e sem controle humano. Só que tem uma coisa ‘muito simples’: na África hipopótamos matam humanos muito mais do que os leões. Só isso.</p>
<p>Que incômodo para a nação vizinha e amiga. Com tantas coisas para resolver, agora tem problemas do tamanho de um hipopótamo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Trazendo para o nosso dia-a-dia, o que poderíamos tirar de lições para a vida? Penso que algumas lições.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>TEM QUEM VÁI LONGE, ARRUMAR ENCRENCA.</p>
<p>Achando-se ‘o dono do pedaço’ e tendo todas as condições de atender os seus caprichos e gostos, o ser humano é capaz de muitas coisas para suprir seus devaneios. Tem sempre quem queira inovar; inventar e, porque não, fazer algo que até agora ninguém fez? Assim, seus pés caminham longe em busca de aventuras e do que chama de prazeres, afinal, quem não quer contar para o outro sua última cartada; sua última aventura que até então ninguém havia pensado ou tentado?! “Olhem os meus hipopótamos!” E  todos dirão: “óhhhh!!! Como fulano é ousado; como fulana é criativa! Como ele/ela faz cada coisa que ninguém até hoje fez”. O ser humano, entregue aos seus próprios pecados não mede esforços para brincar com o perigo; para ir buscar o perigo, não importando distância, preço e nem o incômodo de carregá-lo. O pecado em forma de perigo pode até ser ‘exótico’, mas não deixa de ser nem pecado e nem perigo. E basta um ataque certeiro para o exótico virar morte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>TEM QUEM ACHE QUE TEM O DOMÍNIO.</p>
<p>Olhando para os seus negócios, olhando para as suas terras, para o seu exército particular de homens bem armados… Pablo Escobar sentia-se o rei. E um rei merece tudo o que o seu coração desejar. “Quero hipopótamos!”. E eles vieram e serviram aos olhos do Pablo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesses dias bem secularistas de salários mais altos, postos mais elevados, diplomas mais destacados e facilidades para se trazer o pecado ou ir atrás dele, homens e mulheres não têm medido esforços para satisfazer seus interesses. Acham que têm o domínio. Pensam que tem o controle e até gostam de controlar pessoas. Mandam e desmandam; não temem ninguém e riem da lei e da justiça, contando os seus casos ao redor das mesas dos escarnecedores para outros grandes escarnecedores. E o povo que admira esta gente e esse estilo de vida, fica acompanhando tudo o que eles fazem, procurando imitá-los, cada um segundo as suas possibilidades. E são muitos os súditos que têm as opiniões e gostos desses reis e rainhas em alta conta, bebendo as suas sugestões em grandes goles. Tudo o que fazem e tudo o que dizem é tragado (ver, Salmo 73.10).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escobar foi mais um dos iludidos com o poder momentâneo dos homens. Depois, logo viu que aquilo não era ‘palácio’, mas sim prisão sem grades e muros. Um dos homens mais poderosos do seu país, passou a viver se escondendo, recluso, dormindo cada noite em outro lugar. Vivia para se esconder e fugir no final da vida. O medo era a sua companhia, a desconfiança, seu torturador. Penso como ele não teve uma noite tranqüila e reparadora de sono por anos. Pablo Escobar  não podia levar os seus hipopótamos de estimação, mas o peso da sua culpa, ah, este ele transportava sempre nas costas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>À semelhança desta recente parábola sul-americana tão conhecida nossa, a Bíblia diz: “O teu pecado te há de achar” (Números 32.23 ). Encontrou Pablo Escobar na Colômbia. E ele foi alvejado. Morreu onde jamais imaginaria que alguém pudesse morrer: caçado como um bicho, cravejado em cima de um telhado. O pecado nunca errou o endereço de ninguém; também em baixo ou em cima de telhados. Sempre encontrou e cobrou o seu preço: a vida de alguém, só isso. Tudo isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ALGUÉM PODE MORRER POR SUA CAUSA.</p>
<p>Os Hipopótamos chegaram ao novo lar em 1981. Vinte anos depois estavam espalhando o terror na região. Eles foram atrás de comida e de água.  Pessoas que não tinham nada a ver com Pablo Escobar agora se deslocam com medo perto da antiga Fazenda Nápoles, cerca de 300 kms. da capital. Esses camponeses simples vão para a roça, ou estão voltando para as suas casas com muito medo, sabendo que o ataque pode surgir a qualquer momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um dia alguém plantou o pecado na família. E filhos e netos comem desse amargo fruto até hoje. Um dia  alguém transportou um pecado lá de longe, e tem dos seus que foram feridos por presas assassinas e mordidas capazes de dividir uma pessoa ao meio, hoje, passados tantos anos.  As inconseqüentes atitudes no pecado podem gerar conseqüências terríveis para outros que nada tinham a ver com tais loucuras particulares, mas sofreram e caíram, vítimas delas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não culpo os bichos na Colômbia. Eles são só animais. Mas os que brincam com o pecado, esses sempre serão culpados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O pecado, além de um terrível incômodo quando revela todo o seu poder, fúria e força, é capaz de espalhar tristeza, medo, terror e morte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não admire o pecado. Não brinque com o pecado. Ele não brinca com você.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>VOCÊ FEZ BOAS ESCOLHAS?</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 19:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaltino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[              Intitulei a pastoral do boletim de 31.12.10 de “Faça boas escolhas”. Os dois últimos parágrafos foram estes, em itálico: Em 2011, faça boas escolhas.  Escolha ser um cristão melhor. Um membro de igreja mais engajado, mais entregue. Escolha ser uma pessoa melhor. Escolha ser um familiar melhor.               Serão 365 dias para fazer escolhas. [...]]]></description>
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										</div><p align="center">
<p align="center">
<p>              Intitulei a pastoral do boletim de 31.12.10 de “Faça boas escolhas”. Os dois últimos parágrafos foram estes, em itálico:</p>
<p><em>Em 2011, faça boas escolhas.  Escolha ser um cristão melhor. Um membro de igreja mais engajado, mais entregue. Escolha ser uma pessoa melhor. Escolha ser um familiar melhor. </em></p>
<p><em>              Serão 365 dias para fazer escolhas. Em algumas acertaremos. Em algumas erraremos. Mas peçamos graça e sabedoria a Deus para fazermos boas escolhas. E que digamos no fim de 2011: “Acertei!”. </em></p>
<p>Esta é a pastoral de fim de 2011. Você levou a sério que escrevi? Tornou-se um cristão melhor? Fazendo um balanço: você, como pessoa, melhorou? Sua situação econômica pode ter melhorado. Também sua vida profissional. Mas como gente, melhorou? Como discípulo de Jesus, melhorou?</p>
<p>Todos queremos melhoras em nossa vida. Li de um sociólogo norte-americano que no passado os imigrantes chegavam a seu país querendo melhorar espiritualmente. Buscavam liberdade religiosa, para praticarem sua fé segundo os ditames de sua consciência. Hoje chegam querendo carros maiores e casas mais imponentes. Muita gente age assim. Quer ter vida material melhor. Isto não é de todo errado. Mas nem todos querem ser pessoas melhores.</p>
<p>Há quem queira mudança nos outros, na política, na sociedade, no mundo. Mas continuam as mesmas pessoas. Lembram-me uma frase atribuída a Mark Twain: “Muita gente fala em mudar o mundo, mas ninguém quer mudar-se a si mesmo”. E a perplexidade de uma mãe cuja filha entrou para o Green Peace porque “queria arrumar o mundo”, mas era incapaz de arrumar o seu quarto.</p>
<p>Nada muda se nós não mudamos. Podemos melhorar financeiramente. Mas se permanecermos a mesma pessoa é inevitável que tenhamos os mesmos problemas. Se em 2011 você não melhorou como pessoa e como cristão, pode ter ganhado muito dinheiro, mas estagnou como gente.</p>
<p>Bem, 2012 chegou. Humildemente, posso dizer que melhorei em 2011. Talvez seja melhor dizer “despiorei”. E pretendo melhorar (ou “despiorar”) em 2012. Convido-o a investir na sua vida. No seu caráter. No seu temperamento. Na sua vida espiritual. Na sua maneira de tratar seus familiares. Na sua maneira de tratar os irmãos da igreja. Que tal menos críticas e mais intercessão? Que tal menos alheamento e mais engajamento? Que tal menos tempo para televisão e mais para leitura e reflexão?</p>
<p>Melhoremos todos neste novo ano. Que o mundo melhore a partir de nós.</p>
<p>Um abençoado 2012, como oração sincera do seu pastor,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isaltino Gomes Coelho Filho</p>
<p><em> </em></p>
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		<title>QUE PRESENTE VOCÊ RECEBERÁ?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 21:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaltino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 24.12.11                 No livro Crescendo na fé com Billy Graham, Grady Wilson escreveu o capítulo “Uma lágrima corajosa”. Ele conta que foi com Billy Graham à Coréia, em 1951, e lá foram a um hospital cirúrgico para visitar enfermos. Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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										</div><p>&nbsp;</p>
<p align="center">Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho</p>
<p align="center">Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 24.12.11</p>
<p>                No livro <em>Crescendo na fé com Billy Graham, </em>Grady Wilson escreveu o capítulo “Uma lágrima corajosa”. Ele conta que foi com Billy Graham à Coréia, em 1951, e lá foram a um hospital cirúrgico para visitar enfermos. Um soldado fora ferido nas costas e estava deitado de bruços. Billy deitou-se de costas no chão, para poder falar-lhe, e perguntou ao rapaz se ele queria que Billy orasse por ele. O soldado aquiesceu, e Billy Graham orou por ele.  Finda a oração, o rapaz disse: “Obrigado e feliz natal, senhor Graham”, e chorou. Uma lágrima caiu na bochecha do evangelista. Do lado de fora, Graham disse a Grady Wilson: “Esta lágrima é o melhor presente de natal que eu ganhei”.</p>
<p>Neste natal haverá gente em hospitais, em velórios, no desemprego, na orfandade ou viuvez recente. Pais não darão presentes a seus filhos por falta de recursos (Papai Noel não se dá bem com pobres). Pessoas passarão o natal na fila do SUS. Nas grandes cidades alguns o passarão dormindo nas calçadas ou revirando lixo em busca de algo para comer. Chocante? Deprimente demais para constar de uma pastoral no dia do natal? Bem, somos cristãos, não somos? É justo pensarmos no nosso bem-estar e conforto, raiando ao desperdício, enquanto pessoas sofrem?<span id="more-2196"></span></p>
<p>Haverá lágrimas de dor, de pessoas sofredoras. A dor não pára no natal. Pelo contrário, o natal a agrava. Mas haverá lágrimas de gratidão, como a do soldado por quem Billy Graham orou. Após ler esta história, eu me comovi. Decidi que nada compraria para mim, mas investiria o que comigo gastaria com alguém necessitado. Não estou apregoando virtude, mas estou contando até com vergonha, porque deveria ter pensado nisto antes. Foi preciso que o Espírito me incomodasse, mostrando meu egoísmo. Pequei, sendo egoísta, pensando apenas em mim e nos que amo, e que sempre têm algo. Deus me perdoe pela minha mesquinhez. Mas gostaria que alguém fosse abençoado por mim.</p>
<p>Neste natal, presenteie um necessitado. Billy Graham recebeu uma lágrima de presente. Se ele fosse tão pequeno como eu, iria se guardar para passar o natal com sua família, e não na Coréia, num hospital. Faça alguém feliz. Será um grande presente que você se dará, se tiver espírito cristão.</p>
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		<title>COMEMORE O NATAL CORRETAMENTE</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 12:54:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaltino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, dia 18.12.11               Eu era seminarista e trabalhava na Baixada Fluminense, com a PIB de Edson Passos. Tomei o ônibus para ir para minha igreja, o famoso Mauá-Mesquita. O cobrador, vendo-me com a Bíblia, disse: “Garotão, neste natal vou encher a [...]]]></description>
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<p align="center">Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho</p>
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<p align="center">Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, dia 18.12.11</p>
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<p>              Eu era seminarista e trabalhava na Baixada Fluminense, com a PIB de Edson Passos. Tomei o ônibus para ir para minha igreja, o famoso Mauá-Mesquita. O cobrador, vendo-me com a Bíblia, disse: “Garotão, neste natal vou encher a cara!”. Respondi: “O azar é seu!”.</p>
<p>Para muita gente o natal é pretexto para beber até cair. Ou comer até passar mal. Os quebradores de dietas (por que as fazem?) dizem: “É festa, vou quebrar a dieta”. Para muitos, natal é mera ocasião de rever parentes, trocar presentes, comer e beber. Um evento social.<span id="more-2193"></span></p>
<p>A humanidade tenta se livrar de Deus. Na páscoa, ao invés de lembrar a morte e ressurreição de Cristo, põe em seu lugar um coelho. Que bota ovos. De chocolate. No natal, ao invés de lembrar Jesus, põe em seu lugar o exótico papai Noel. Gente que ironiza hinos como  “Alvo mais que a neve” (num país tropical!) exulta com um velho com um barbaréu enorme, roupa espalhafatosa, casacão e botina. Num país tropical. Não crê em Jesus porque é absurdo. E aceita renas voadoras.</p>
<p>O carnaval tinha sentido religioso. Vem de <em>carnem levarem, </em> abstenção da carne. Comemorava-se na véspera da quarta-feira feira de cinzas, quando se iniciava a abstinência da carne. Os dias anteriores eram aproveitados para excessos, pois viria a privação. Um evento cristão tornou-se orgia. Assim vai o natal.</p>
<p>O culto a Deus por causa de Jesus é trocado pela comilança, vinho, presentes e festa que vara a noite com pessoas não crentes! Os crentes têm preferido passar o aniversário de Jesus fora da casa de Jesus. E têm se esquecido do sentido do natal. Testemunhos que ouvi mostram isso: “Foi um tempo muito bom com parentes que eu não via há tempos”, “Revi parentes”, ou, ainda, “Estive com familiares de que gosto muito”. Não ouvi um assim: “Falei de Jesus a parentes não crentes” ou “Li textos bíblicos sobre Jesus e lhes falei do Salvador” ou, ainda, “Ganhei meus familiares para Jesus”. E muitos “enchem a cara”.</p>
<p>Numa tira do<em> Estadão</em>, de 31.12.5, o garoto Calvin diz ao seu tigre de pelúcia, Haroldo: “O período natalino é sempre época de reflexão pessoal. Nós não pensamos em nossas vidas muito freqüentemente. Esta é a hora para se parar e pensar no que é importante. É hora de nos dedicarmos à aquisição frenética&#8230; hora de espalhar a alegria da riqueza material&#8230; hora de glorificar os excessos pessoais de todo tipo!”. Haroldo interrompe: “As recompensas terrenas tornaram o consumismo uma religião popular”. Calvin conclui: “&#8230; hora de deixarmos de contentar com pouco”. Eles têm discípulos nas igrejas.</p>
<p>No natal, não encha a cara. Nem a barriga. Encha-se de gratidão a Deus por Jesus.  Não esvazie sua conta bancária. Esvazie-se de sua tentativa de viver sem Ele. Presenteie o aniversariante: dê-lhe sua vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A ALEGRIA DE FAZER MISSÕES</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 23:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaltino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 11.12.11               Missões me comovem. Sempre admirei os missionários que gastam suas vidas nos campos, pregando a Jesus. Chamo-os de “elite das tropas de Deus”. Com alegria leciono para os obreiros de missões estaduais, duas noites por mês, aqui em Macapá. [...]]]></description>
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<p align="center">Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho</p>
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<p align="center">Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 11.12.11</p>
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<p>              Missões me comovem.</p>
<p>Sempre admirei os missionários que gastam suas vidas nos campos, pregando a Jesus. Chamo-os de “elite das tropas de Deus”. Com alegria leciono para os obreiros de missões estaduais, duas noites por mês, aqui em Macapá. Com alegria vou ao Vale do Jari para lecionar ao grupo que estuda Teologia comigo. É como Deus me usa para fazer missões. No serviço a eles, e  pregando pela Amazônia. Não posso ser um deles, sirvo-os.</p>
<p>Mas “O Jornal Batista”, de 4.12.11 , me “lavou a alma”, com o relato do trabalho dos batistas brasileiros na Itália! Tiro o chapéu para o Pr. Fabiano Nicodemo, nosso obreiro lá. Ele efetuou batismos numa praia de Cesena. Entre eles, o ex-padre Luca de Pero, que por isso foi excomungado pela Igreja Católica e abandonado pela família. Com o ex-padre foram batizados três líderes de sua ex-paróquia!<span id="more-2185"></span></p>
<p>Em novembro, mais um padre e uma ex-freira, que passou vinte anos em um convento, decidiram-se no culto na igreja batista. Um terceiro padre, eremita, contatou o Pr. Fabiano. Está insatisfeito com o sistema religioso e busca a Cristo.</p>
<p>Não se trata de competir com os outros ou exibir os convertidos como troféus. É a alegria de ver o poder do evangelho. Nem a imersão mental da pessoa num poderoso sistema religioso o impede de desabrochar. Ele é simples e poderoso. Sua síntese está em 1Coríntios 15.3-4: “Que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras”. Sua mensagem está em João 3.16: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Tão simples! Nenhum sistema religioso o substitui ou o abafa para a alma faminta.</p>
<p>Evitemos desidratar teologicamente a igreja, tornando-a mero organismo social que precisa de atrativos para engodar as pessoas. Não é de novas estratégias, quadras de futebol ou pistas de <em>skate </em> que a igreja precisa para atrair jovens. Na realidade, ela deve atrair a todas as faixas etárias! Todos precisam ouvir o evangelho. Onde a mensagem de Jesus  é pregada com simplicidade e com autoridade espiritual há conversões e batismos! Quando seus membros  vivem o evangelho e quando ela prega a Cristo, há conversões!</p>
<p>Fazer missões é fantástico! Nada alegra mais que ver convertidos descendo às águas, testemunhando a fé em Jesus! Louvo a Deus pelos nossos missionários! Deles tenho a autêntica “santa inveja”. Este é o título que eu realmente gostaria de ter: missionário!</p>
<p>Parabéns, Pr. Fabiano Nicodemo! Parabéns, pastores Dirceu, Leudovaldo, Ribamar, que com suas esposas são missionários da Central de Macapá. Parabéns, missionários amapaenses! Parabéns aos de missões nacionais e aos de missões mundiais. Vocês são uma inspiração!</p>
<p>&nbsp;</p>
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