Arquivo mensais:abril 2007

Acabou o Limbo

Acabou o Limbo

 

                Não é polêmica rasteira, pois não é meu feitio. Li na Internet: “O Vaticano publicou ontem um documento afirmando haver base para a ‘esperança de que as crianças não batizadas sejam salvas’ – ou seja, há boas razões para crer na salvação dos pequenos que morrem antes de receber o batismo”. Diz o documento: “o mais provável é que o limbo não exista”.

                O limbo foi incorporado aos ensinos da Igreja Católica no século 13. É o lugar para onde vão as crianças que morrem antes de receber o batismo. Lá não haveria sofrimento, pois a criança não foi condenada, mas também não é o paraíso, que implica a comunhão com Deus. Sua criação foi para resolver um problema. Se o batismo salva, o que seria das crianças não batizadas? Um bebê é tão bonitinho, tão inocente! Como condená-lo?

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O Que Jesus Realmente Ensinou?

O Que Jesus Realmente Ensinou?

              Perin escreveu um livro intitulado “O que ensinou Jesus realmente?” (Editora Sinodal).  O título desta pastoral é parecido, mas não é um comentário do seu livro nem um estudo teológico. Falece-me tal competência. Abordo o tema para juntar dois pontos. O primeiro é a queixa de um leitor à revista “Época” reclamando da intolerância das igrejas em não aceitarem o homossexualismo. Diz ele que elas estão esquecendo a maior doutrina de Jesus: o amor.

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Não Pague Mico!

Não Pague Mico!

 

 

            Fui com Meacir ao Shopping D. Pedro. Não gosto dele. É muito grande (é o maior da América Latina), anda-se demais e vêem-se as mesmas inutilidades dos outros. Mas é perto de casa e precisávamos ir ao supermercado. Fui ao banheiro masculino do Big e dei de cara com uma mulher, tranqüila, encostada à parede, falando ao celular. Saí às pressas, até porque a mulher me olhou zangada, olhei bem a placa externa, vi que estava certo, e voltei.

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O Casal e Ninguém Mais

O Casal e Ninguém Mais

Preparado pelo Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho para os casais da IB do Cambuí, em 14 de abril de 2007
 

INTRODUÇÃO

Começo com o artigo de Fábio Toledo, Juiz de Direito em Campinas, em seus dois primeiros parágrafos, conforme publicado no “Correio Popular”, de 9 de abril de 2007: 

“Lembro-me de uma ocasião em que indaguei a um marido as causas que o levaram a procurar a separação, ele me respondeu cheio de amargura: ‘Doutor, cada vez estou mais convencido de que o casamento é uma loteria, uns acertam, outros erram, mas ninguém sabe exatamente o porquê. É questão de sorte’. Será que o bom êxito na vida conjugal é mesmo uma loteria?

Num curso que participei sobre o relacionamento conjugal, já próximo ao final do evento, o palestrante concluiu que o que sustenta uma relação entre marido e mulher é a qualidade dos momentos que se passam juntos “.

Vou começar por aqui. Seguir na linha dele, ajuntando alguns outros comentários. Começo afirmando o óbvio, que o Juiz Fábio também afirma: casamento não é loteria. É produto de trabalho, investimento pessoal e determinação. Não é aventura nem jornada para deslumbrados, sem noção do que seja a vida. Tenho notado que muita gente que tem casamento fracassado tem também uma visão frívola, muito superficial da vida. Há pessoas sem noção de compromisso, de necessidade de mudar, de corrigir e de se adaptar. Já notei um traço comum em casamentos que não deram certo. Uma das partes ou as duas desejam que o mundo se adapte a elas. Da mesma forma esperam que faça o cônjuge. São pessoas que se colocam como centro dos acontecimentos. Têm uma incrível capacidade de se desculpar e não menos incrível capacidade de culpar o mundo. E azedam a vida ao seu redor.

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O Aniversário Não Era Meu, Mas o Presente Foi

O Aniversário Não Era Meu, Mas o Presente Foi 

Estava no Strog&Noff, para o café evangelístico, em que pregou o Pr. Ricardo Sturz Jr., da nossa Igreja. Excelente mensagem! Chegou a família Pierangeli. Batizei primeiro a mãe, depois os filhos adolescentes. Gabrielle primeiro, depois o Rafael. Gabrielle veio radiante. Aniversariava na semana e chamamos os aniversariantes do mês, no café, para orar por eles. Segundo a mãe, nem dormiu à noite.

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Visão Correta

Visão Correta

 

 

            “Um homem chamado Jesus Cristo”, de John Piper, é riquíssimo em conteúdo. Um de seus capítulos é comovente: “A riqueza encarnada da compaixão de Deus – Jesus Cristo”. Piper mostra a forma misericordiosa com que Jesus tratava os sofredores. Alista e comenta o mendigo cego, a viúva que perdera o filho único, o endemoninhado, sua compaixão pela multidão, e mostra que Jesus encarna a misericórdia, o hesed, de Deus.

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